Quem Somos

Gilmar Machado Junior 24 anos Coordenador de Atendimento "Protege T.V" Jadir José Barral Junior 29 anos Assistente de Cobrança "Cargill Agrícola S.A" Iris dos Santos Gonçalves 20 anos Anl Sist PMO "Itau Unibanco" Pedro Henrique Martins Soares 26 anos Estagiário de Assistente Operacional Divisão PJ "Itau Unibanco"

Quem é Peter Senge?

Quem é Peter Senge?

Nascido em 1949, estudou Engenharia em Stanford e dirige a consultora Innovation Associates. Professor e diretor do Centro para a Aprendizagem Organizacional no MIT, pragmático idealista, Senge divulgou no meio universitário e empresarial o conceito learning organization (organização em constante aprendizagem), que considera a fonte de vantagem competitiva do futuro. Autor dos best-sellers Fifht Discipline e The Fifth Discipline Fieldbook, defende que os novos desafios da nova era exigem não só a transformação radical dos negócios, mas também a das escolas e dos governos. Por isso, recomenda a formação de centros de mudança à escala global.


Informações retiradas do: http://www.historiadaadministracao.com.br/jl/index.php?option=com_content&view=article&id=86:peter-m-senge&catid=10:gurus&Itemid=10



As Cinco Disciplinas de Senge

As Cinco Disciplinas de Senge


Segundo Senge a ciclo de Aprendizagem Organizacional é ativado através de cinco disciplinas que influenciam umas às outras e se relacionam ao modo como as pessoas pensam e constroem comportamentos coletivos. As cinco disciplinas são:



◊ Domínio pessoal, a capacidade de produzir resultados a partir da associação de princípios, métodos e técnicas. Pode ser estimulada pelo ambiente organizacional, mas surge da motivação própria, da atitude criativa de cada um. Mostra-se através da articulação da visão pessoal, da clareza de visão em relação à realidade e do comprometimento com a obtenção de resultados afinados com esta visão.



A prática da maestria pessoal gera um sentimento de satisfação que renova as energias e reforça a confiança na capacidade de realizar a visão pessoal e coletiva, aumentando a compreensão das tensões criativas, a acertividade das escolhas, o sentimento de realização individual e compartilhado.



◊ Modelos mentais, imagens e narrativas internas que cada um produz sobre si mesmo e sobre o mundo, que atuam como filtros para as percepções e reações. Sua prática faz com que o caráter arbitrário dos mecanismos defensivos venha à tona, aumentando a consciência sobre a sua constituição e abrindo espaço para o entendimento dos mecanismos internos (modelos mentais) das outras pessoas.

É possível assim enriquecer os processos de interlocução e de compreensão de cenários a partir de diferentes visões sobre os clientes (o que os leva a procurar um assunto /produto/ serviço um determinado site?), concorrentes (a partir de que pressupostos percebo que os concorrentes agirão de uma determinada forma?), tendências (quais os possíveis rumos a tomar, como o mercado estará daqui a um tempo?), abrindo caminho para a transformação e o aperfeiçoamento do modelo de negócio.



◊ Visão compartilhada é a perspectiva de futuro que une as pessoas numa organização. É construída a cada dia através da articulação dos sentidos comuns de visão, valores, objetivos tanto em relação ao universo interno quanto em relação ao mundo exterior.

Esta articulação gera uma compreensão do propósito profundo da existência da comunidade, que transforma a atitude reativa em criadora, motivadora das realizações e empreendimentos. Esta compreensão da visão conjunta surge da reflexão e do diálogo e não de medidas autoritárias, passíveis de aceitação irrestrita. É preciso que todos se sintam a cada dia um pouco “autores” da visão para dar o melhor de si estabelecer metas específicas e realizáveis, definir atitudes com os colegas, clientes, fornecedores e também atuar de maneira comprometida com as políticas e práticas da empresa.



◊ Aprendizado em equipe, realizado por um grupo de pessoas que necessitam umas das outras para chegar a um resultado, visa ao aprimoramento da capacidade de cada membro de pensar e agir de forma coordenada e com senso de unidade. É praticado através do diálogo (processo de pensamento coletivo que inclui nuances de tempo, tonalidades, sentidos) e da discussão hábil, para a defesa de escolhas.

Inclui não só pessoas que trabalham juntas, que formam redes conectadas por emails, telefonemas e reuniões, como também fornecedores, clientes e colaboradores, internos e externos, mesmo que estes não participem regularmente. Para todos, o aprendizado é vital para solucionar problemas, criar produtos novos, promover e cultivar relacionamentos. Os processos de comunicação e as soluções tecnológicas são de grande importância neste contexto, para o compartilhamento de pensamentos, sentidos e ações comuns.



◊ Pensamento sistêmico, inclui métodos e ferramentas para examinar como interagem, como se estabelecem e como se alimentam mutuamente as tensões dentro de uma organização. Através deste exame, torna-se possível traçar estratégias para delimitar no tempo e no espaço a ação de cada uma destas forças e integrá-las a processos interdependentes e com objetivos comuns.



■ Estas disciplinas permitem a compreensão de fatores atuantes nas tensões interpessoais, ativam o entendimento da importância dos modelos mentais nas decisões individuais, refletem a consciência da atitude ativa ou passiva num empreendimento e permitem a exposição das diferenças sem criar sentimentos de estranhamento. Cada uma das disciplinas influencia as outras, são todas dependentes entre si.

Quem é Mário Sergio Cortella?


Mario Sergio Cortella (ca. 1954) é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da pós-graduação em Educação (Currículo), além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP.


Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992) e é autor, entre outros livros, de A Escola e o Conhecimento, Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille, Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas, Não Nascemos Prontos! e O que a Vida me Ensinou - Viver em Paz para morrer em Paz.


Fez o programa "Diálogos Impertinentes" na TV PUC, no Canal Universitário.


Informações retiradas de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mario_Sergio_Cortella


As contribuições de Cortella quanto à:


LIDERANÇA:


É dom ou virtude? “Se é um dom, quem tem, tem. Quem não tem, não tem. Assim, não teria razão para cursos e livros sobre o tema”. Segundo Cortella, o que há são competências inatas. Portanto, liderança é uma virtude – uma força intrínseca. “Toda virtude pode ter seu excesso, o que chamamos de vício”.

“Liderança não é cargo é função. É algo que você faz, mas não está ligada a hierarquia”. Cortella citou Zumbi dos Palmares, Jesus e Gandhi como líderes. Para ele, chefe não é líder. “O chefe você obedece. O líder você segue e admira”. Lembrando que o líder corrige e oriente. “Liderar é ser capaz de inspirar, motivar e animar pessoas, ideias e projetos”. Segundo Cortella, qualquer um pode ser líder desde que inspire, motive e anime. Mas salientou que é preciso se preparar antes de liderar. “O líder não é o que é amigo de todos, é aquele capaz de fazer o que precisa ser feito”.


“Liderança tem a ver com experiência, mas experiência não tem a ver com idade”, salientando que o que vale não é a extensão do tempo, mas a intensidade das práticas. Para finalizar, Cortella destacou cinco competências da liderança: abrir a mente para o diferente, elevar a equipe, inovar a obra, recrear (criar de novo) o espírito e empreender o futuro.


LIDERANÇA SEGUNDO CORTELLA:


Para Cortella, o líder é aquele capaz de inspirar as pessoas, inclusive no momento em que a crítica é necessária.


“Só é um bom ensinante quem for um bom aprendente”, assim o palestrante abriu sua fala, lembrando da importância de estar aberto ao aprendizado contínuo. Discorrendo sobre a virtude da coragem, Cortella disse que a coragem é a capacidade de enfrentar o medo. “A liderança é aquela que sabe lidar com o medo, por isso tem coragem”. Também é papel da liderança melhorar a vida das pessoas.


O palestrante trouxe a provocação: liderança é dom ou virtude? “Se é um dom, quem tem, tem. Quem não tem, não tem. Assim, não teria razão para cursos e livros sobre o tema”. Segundo Cortella, o que há são competências inatas. Portanto, liderança é uma virtude – uma força intrínseca. “Toda virtude pode ter seu excesso, o que chamamos de vício”.

“Liderança não é cargo é função. É algo que você faz, mas não está ligada a hierarquia”. Cortella citou Zumbi dos Palmares, Jesus e Gandhi como líderes. Para ele, chefe não é líder. “O chefe você obedece. O líder você segue e admira”. Lembrando que o líder corrige e oriente.


“Liderar é ser capaz de inspirar, motivar e animar pessoas, ideias e projetos”. Segundo Cortella, qualquer um pode ser líder desde que inspire, motive e anime. Mas salientou que é preciso se preparar antes de liderar. “O líder não é o que é amigo de todos, é aquele capaz de fazer o que precisa ser feito”.


“Liderança tem a ver com experiência, mas experiência não tem a ver com idade”, salientando que o que vale não é a extensão do tempo, mas a intensidade das práticas. Para finalizar, Cortella destacou cinco competências da liderança: abrir a mente para o diferente, elevar a equipe, inovar a obra, recrear (criar de novo) o espírito e empreender o futuro.

http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/conteudo_504206.shtml

(IX Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida)


ÉTICA:


É o conjunto de valores e princípios que eu e você usamos para decidir as três grandes questões da vida, que são:


"Quero - Devo - Posso"


Quais são os princípios que usamos em nossas vidas?

- Existem coisas que eu quero mas não devo;

- Existem coisas que eu devo mas não posso;

- Existem coisas que eu posso mas não quero.


Quando é que você tem paz de espírito? Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é o que você pode e é o que você deve.


Como se define a ética? Através dos modos, através do exemplo, através de princípios da sociedade, religiosos ou não; através de normatizações...


Há vinte anos, num auditório, algumas pessoas fumariam e outras não. Há dez anos haveria uma placa: "É proibido fumar". Hoje não é mais preciso nenhuma imposição, ninguém fuma por censo comum. Às vezes isso surge como norma. Quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no Brasil, tinha gente que até vestia a camisa do time de futebol Vasco da Gama (que é branca com uma faixa transversal preta) só para enganar o agente da lei, tal a má vontade em obedecer a essa normatização. Hoje, todo mundo entra no carro e automaticamente coloca a faixa, sem nem lembrar da multa. - Isso significa que a ética vai se construindo.



Não existe ninguém "sem ética". O deputado que frauda, rouba, o falso amigo que mente e engana e o patrão que explora seus empregados? Esses têm uma ética contrária à ética da maioria. São "antiéticos". Mas isso ainda é um tipo (deturpado) de ética


ÉTICA SEGUNDO CORTELLA:

A ètica é o que marca a fronteira da nossa convivência. Seja com as outras pessoas, mercados ou individuos.



GESTÃO:


As organizações precisam, em todos os seus níveis, sem exceção, é criar um clima favorável para que as pessoas possam “sentir” como todo o ambiente está mudando. Tecnicamente, a cada dia mais os colaboradores estão mais preparados para isso, porque têm vivido experiências das mais diversas e também há oportunidade de vivenciar papéis diferentes nas próprias organizações. Engenheiros e profissionais técnicos, por exemplo, estão mais atentos hoje às mudanças tecnológicas, através da própria tecnologia pela qual estão conectados. As equipes de venda, as de serviço, estão mais próximas das demandas de seus clientes. Sendo assim, o que as organizações precisam é criar ambientes propícios para o “sentir”, no sentido de possibilitarem o exercício da observação, reflexão e proposição de ações em nome da organização. Isto gerará um processo natural de evolução tanto para as pessoas quanto para a organização. Uns devem observar os outros. É sempre perigoso estereotipar as pessoas. É um interessante tipo de processo de você pensar o que muda quando passamos a descrever o que fazemos ao invés de descrever como somos. Isso é um processo técnico de inferência. Não vemos o “Somos”, só somos capazes de ver o que fazemos. Concluimos que nunca somos capazes de ver o que o outro é, apenas o que os outros fazem.


GESTÃO SEGUNDO CORTELLA:

È a espiritualidade!

È a sua capacidade de olhar que as coisas não são um fim em sim mesmas, que existem razões mais importantes do que imediato. Que aquilo que você faz, por exemplo, tem o sentido, um significado. Que a noção de humanidade é coisa mais coletiva, na qual se tem idéia de pertencimento e que, por tanto, o líder espiritualizado é aquele capaz de olhar o outro como o outro.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mapa Conceitual - Aprendizagem Organizacional

Senge diz:

“ O futuro das organizações – e nações – dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender coletivamente.”

Qual é tua obra?

Resumo do livro...

QUAL É A TUA OBRA.


                 Qual é tua Obra, é um livro do autor filósofo Mario Sergio Cortella.
               
                 O livro trata de questionamentos sobre gestão, liderança e ética, procurando explicar vários termos do ambiente corporativo desafiando alguns comportamentos das  pessoas com as outras
               
                 O inicio do livro é um convite a refletirmos sobre certos valores que estão presentes em nossa sociedade nos dias atuais. Para o autor, existe uma angústia muito grande dentro das pessoas e que está levando a se questionar o que estão fazendo com suas vidas e qual o verdadeiro significado de tudo isso. Funciona como uma sensação de vazio anterior, uma sensação de vazio que traz consigo uma crise no conjunto da vida social, do qual o trabalho é apenas um pedaço e que envolve a família, a relação entre as gerações e a própria escola. Estamos em um momento de transição de turbulência muito forte em relação aos valores. Há uma necessidade urgente de a vida ser muito mais a realização de uma obra do que um fardo que se carrega dia-a-dia.
               
                 O autor resgata trechos da história para explicar o significado de certos comportamentos em relação o trabalho como a associação do trabalho como um castigo. A explanação dessa associação começa no período do século II A.C até o século V com a formação da sociedade greco-romana, passando pelo mundo medieval em que a relação foi senhor e servo (formação dos feudos, presentes em muitas empresas hoje em dia) mudando a relação de escravidão para servidão, e finalizando com o mundo capitalista europeu que “exportou” o trabalho escravo para fora da Europa. Países como Brasil e Estados Unidos foram todos construídos sob a lógica da exploração do outro.

               Depois de apresentar a origem do trabalho, Cortella apresenta a visão da filosofia grega em relação ao trabalho, na qual a definição de dignidade é a capacidade de dedicar-se ao pensamento e não as obras manuais, a tal ponto que, no mundo escravocrata da filosofia e da ciência gregas não se faziam trabalhos manuais.
               Esses dois últimos parágrafos representam a base da sociedade ocidental, que coloca o trabalho como castigo do ponto de vista moral-religioso ou uma concepção de castigo a partir da vontade dos deuses na cultura grega. Nobre é ser Senhor e o servo deve estar sempre na posição de submissão. Conceitos ainda
muito presente no Brasil, pois ainda consideramos o trabalho manual como tarefa de inferiores.

               A humildade é colocada como um dos valores a ser resgatados pela sociedade. Reconhecer que não estamos só, que devemos pensar em um senso maior de coletividade. Reconhecer que não sabemos tudo e que dependemos de outras pessoas para sobreviver. Um dos capítulos do livro é dedicado a importânica de não saber tudo (O lado bom de não saber) e condena aqueles que fingem que sabe. Aqueles que tem certeza de tudo. Gente que tem certeza de tudo não evolue, não inova, não cresce. Gente que não tem dúvida só é capaz de repetir e repetir em um mundo em constante mudança não é uma boa atitude.
               Reconhecer que não sabe tudo leva você a querer evoluir, a buscar novos conhecimentos, a arriscar mais. Arriscar mais pode levar a erros, erros que devem ser corrigidos e não punidos, aprender que o fracasso não vem com o erro, mas quando desistimos perante o erro.
               A parte final do livro é dedicado a ética. Uma reflexão da importância de pensarmos coletivamente. O autor deixa clara a diferença entre autonomia e soberania. Autonomia leva em consideração os impactos que suas decisões tem na vida de outras pessoas. Soberania é fazer tudo o que quer sem levar em consideração as consequências. Temos autonomia na nossa vida, mas não soberania.
               Concluimos que o livro leva a refletirmos sobre o significado de nossos atos, a substituir o hábito de fazer algo sem um sentido maior pelo sentimento de construção de uma obra, uma obra a ser construída por todos nós em busca de uma melhor qualidade de vida.

Cortella diz:

"Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam"